Por que os imóveis menores ganharam o mercado?
O mercado imobiliário brasileiro vive uma transformação clara. Dados recentes apontam que unidades compactas já compõem a grande maioria dos novos lançamentos nas grandes metrópoles, como São Paulo.
Essa mudança de rota não é apenas uma escolha das construtoras, mas uma resposta direta ao comportamento do consumidor. O morador moderno prioriza o tempo e a proximidade com serviços essenciais.
O reflexo dessa tendência em Goiânia
Goiânia acompanha esse movimento nacional com vigor. Em bairros valorizados, como o Marista e o Bueno, o perfil de quem busca um imóvel mudou: a prioridade agora é a eficiência do espaço.
Para quem mora, o apartamento compacto oferece um custo de manutenção reduzido e condomínios mais modernos. Para quem investe, a liquidez — a facilidade de alugar ou vender — costuma ser muito mais alta nesses modelos.
Investir em compactos: uma estratégia inteligente
Se você busca investir em imóveis, o compacto é uma excelente porta de entrada. Por terem um valor total de aquisição menor, permitem que o investidor diversifique seu patrimônio com mais facilidade.
Além disso, a demanda por aluguel de unidades menores é constante. Estudantes, profissionais em trânsito e casais jovens formam um público fiel que busca praticidade sem abrir mão de morar bem.
Como escolher o melhor imóvel compacto?
Nem todo compacto é um bom negócio. A regra de ouro é a localização: o imóvel precisa estar perto de polos gastronômicos, centros empresariais ou vias de fácil acesso.
Como perito avaliador, sempre recomendo observar a qualidade da incorporadora e o potencial de valorização da região. Não compre apenas pelo preço, mas pelo valor que o imóvel entrega ao futuro inquilino ou morador.
Fontes consultadas
Esta análise reúne fatos publicados por Exame · Mercado imobiliário. O texto é original de Renato Lagares Imóveis — não é republicação.
- Compactos são 70% dos lançamentos em SP: 'É a vocação do paulista', diz CEO do Secovi

