Por que olhar para os EUA?
Dados recentes mostram que o início da construção de novas casas nos Estados Unidos recuou 12,4% em julho. Esse movimento reflete uma desaceleração no setor imobiliário americano, que enfrenta desafios com custos e taxas de juros.
Embora pareça distante, o que acontece na economia americana reverbera no mundo todo. Quando o setor de construção esfria por lá, investidores globais ficam mais cautelosos, o que altera o fluxo de dinheiro em mercados emergentes como o Brasil.
O reflexo no bolso do goianiense
Para quem busca imóvel em Goiânia, o ponto de atenção é a taxa Selic, que é o juro básico da nossa economia. Se a economia global sofre pressão, o Banco Central brasileiro tende a manter os juros altos para controlar a inflação.
Juros altos encarecem o crédito imobiliário. Isso significa que o financiamento para comprar a casa própria pode exigir uma parcela maior ou uma entrada mais robusta, impactando diretamente o seu poder de compra.
Como investir com segurança agora?
Apesar das oscilações, Goiânia continua sendo um polo de valorização imobiliária. O segredo para quem quer investir agora é focar em ativos sólidos, como imóveis em bairros com infraestrutura consolidada.
Como perito avaliador, recomendo analisar o LTV (Loan-to-Value), que é a relação entre o valor do empréstimo e o valor real do imóvel. Manter uma boa margem de segurança é a melhor estratégia em tempos de incerteza econômica.
Fontes consultadas
Esta análise reúne fatos publicados por ADVFN Jornal. O texto é original de Renato Lagares Imóveis — não é republicação.
- O início da construção de novas casas nos EUA caiu 12,4% em julho - ADVFN

