O novo comportamento das empresas
O mercado de escritórios atravessa uma transformação profunda após a pandemia. Segundo análises recentes da JLL, o conceito de espaço comercial mudou: as empresas não buscam apenas metros quadrados, mas ambientes que incentivem a colaboração.
Em Goiânia, esse movimento é visível. Imóveis comerciais que oferecem infraestrutura moderna, áreas de convivência e tecnologia de ponta estão se destacando. Para o investidor, isso significa que a localização, por si só, já não é o único fator de sucesso.
O que muda para quem investe em Goiânia
Quem possui salas comerciais ou pretende investir na capital goiana precisa estar atento à qualidade do ativo. O mercado atual prioriza prédios que oferecem flexibilidade, permitindo que as empresas adaptem o layout conforme o crescimento da equipe.
A vacância — o tempo que um imóvel fica sem inquilino — tende a ser menor em edifícios que entregam serviços agregados. Em setores nobres como o Marista ou Bueno, a demanda por espaços que atendam ao modelo híbrido tem aquecido as negociações.
Como escolher o melhor imóvel comercial
Para quem busca rentabilidade, o foco deve ser a liquidez do imóvel. Avalie se o condomínio oferece suporte para reuniões, internet de alta velocidade e segurança reforçada, itens essenciais para empresas modernas.
Como perito avaliador, recomendo sempre analisar o histórico do edifício e o perfil dos ocupantes. Um imóvel bem gerido atrai inquilinos de longo prazo, garantindo uma renda passiva mais estável para o proprietário.
Fontes consultadas
Esta análise reúne fatos publicados por Bloomberg Línea. O texto é original de Renato Lagares Imóveis — não é republicação.
- Nova fase de escritórios no pós-pandemia abre oportunidades na América Latina, diz JLL - Bloomberg Línea Brasil

