O desejo pela casa própria em Curitiba
O mercado imobiliário de Curitiba vive um momento de otimismo. Segundo dados recentes do Imobi Report, a intenção de compra de imóveis na capital paranaense tem crescido de forma consistente entre as famílias.
Apesar do entusiasmo, o consumidor tem sido cauteloso. A busca por um lar exige equilíbrio entre o sonho do imóvel próprio e a realidade do orçamento familiar.
Por que os usados estão em alta?
Para boa parte da classe média, os imóveis novos tornaram-se um desafio financeiro. O custo de construção e o valor dos terrenos elevaram os preços dos lançamentos, muitas vezes acima do que o orçamento médio permite.
É aí que os imóveis usados ganham protagonismo. Eles costumam oferecer plantas maiores e localizações já consolidadas, com infraestrutura de comércios e serviços pronta ao redor.
Vantagens estratégicas na compra
Optar por um imóvel usado permite negociar valores com mais flexibilidade. Como o proprietário muitas vezes busca liquidez — a facilidade de transformar o bem em dinheiro rápido —, o comprador pode conseguir condições mais atrativas.
Além disso, a economia na compra pode ser revertida em reformas. Isso permite que o comprador modernize o espaço conforme o seu gosto pessoal, valorizando o patrimônio a médio prazo.
- Preços de mercado mais competitivos.
- Metragens geralmente superiores aos lançamentos atuais.
- Bairros com infraestrutura completa e consolidada.
- Possibilidade de negociação direta com o proprietário.
Impacto para quem investe
Para quem investe, o mercado de usados oferece um aluguel muitas vezes mais rentável. Como o valor de aquisição é menor do que um imóvel na planta, o retorno sobre o capital investido pode ser mais rápido.
Se você acompanha o mercado de Curitiba ou busca oportunidades em Goiânia, o segredo é o mesmo: analisar a localização e o potencial de valorização futura, independentemente da idade do imóvel.
Fontes consultadas
Esta análise reúne fatos publicados por Imobi Report. O texto é original de Renato Lagares Imóveis — não é republicação.
- Intenção de compra sobe, mas classe média só consegue comprar imóveis usados

