O ciclo de valorização dos centros
O movimento de revitalização de centros históricos, como visto em ícones como o Copan, traz lições valiosas para quem investe em Goiânia. Áreas centrais, muitas vezes esquecidas pelo mercado por um tempo, voltam a atrair olhares quando o custo de oportunidade em bairros supervalorizados fica alto demais.
Para o investidor, isso significa que o Centro de Goiânia possui uma infraestrutura que novos bairros levam décadas para construir. A retomada não acontece da noite para o dia, mas quando ocorre, a valorização costuma ser consistente.
Por que o Centro de Goiânia é uma oportunidade?
Investir no centro exige olhar além da fachada. A ocupação qualificada, feita por empresários e novos moradores, é o que realmente transforma o perfil de uma região. Em Goiânia, o Centro oferece um estoque de imóveis com plantas diferenciadas que são difíceis de encontrar em lançamentos modernos.
O investidor inteligente avalia o 'LTV' (a relação entre o valor do empréstimo e o valor do imóvel) e a capacidade de locação. Com a revitalização, a demanda por moradia e espaços comerciais tende a subir, protegendo o seu patrimônio contra a desvalorização.
A visão de Renato Lagares
Como perito avaliador, observo que a localização é o fator que menos sofre com as oscilações da economia. O Centro de Goiânia possui uma história e uma conectividade que são ativos imobiliários inegociáveis.
Quem compra agora, em um momento de transição, tende a colher os frutos da valorização urbana futura. É uma estratégia de médio prazo para quem busca fugir da especulação excessiva de bairros em saturação.
Fontes consultadas
Esta análise reúne fatos publicados por Metro Quadrado. O texto é original de Renato Lagares Imóveis — não é republicação.
- Num Centro em retomada, um empresário do Copan pondera o futuro - Metro Quadrado

